Waiter/Ass. Waiter: O que Levar?

outubro 15, 2015 às 4:15 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Existem coisa ultrasupermegablast importantes de levar num primeiro contrato (e nos posteriores também). Mas a gente só aprende na marra. E pra facilitar a vida de vocês, com a minha experiência, te digo o que é super necessário se você está indo trabalhar no Dining Room.

Sapatos: em cias como a Costa você tem que usar o sapato que eles te fornecem, em outras cias tem que levar o seu próprio, mas ele deve ser adequado para o trabalho que você fará. Esse feioso da foto acima é o mais usado. Ele é antiderrapante, muito confortável, completamente fechado para evitar acidentes e bem feio. Mas é o melhor. Eu já usei muito essas linhas confort como usaflex e derrapa no molhado, e ainda dura pouco. Esse daí você vai comprar um que vai durar o contrato inteiro.

Saca-rolhas: esse modelo ai da foto é o popular a bordo, e mais fácil de abrir a garrafa. Como eu já contei aqui, o procedimento para abrir um vinho, especialmente os caros, é de jamais tirar a garrafa da vista do passageiro que a ordenou, e nunca apoiar em nada para abrir. Essa mágica só é possível com esse abridor da foto. Eu aprendi, com muita prática, a abrir uma garrafa em menos de 15s. Tem que treinar!

Trapo: Quem já trabalhou em restaurante antes sabe do trabalho de que dá polis as taças e copos. Para facilitar a tarefa nada melhor do que a ferramenta apropriada. Na foto você consegue ver bem a textura do paninho especial para limpar vidros. Esse é salva-vidas mesmo. Porque depois de dois turnos, quando você descobre que todas as suas taças limpas tem marca do dedinho gordo e engordurado do pentelhinho que estava sentado na sua mesa, se não tem esse ou outro trapo, vai ficar polindo copos até o café da manhã do dia seguinte. Muito amor por esse pedacinho de pano!

Lençóis e Toalhas, precisa levar?

outubro 15, 2015 às 3:53 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Precisar não precisa, mas você pode levar. Eu levo meu edredon, porque não curto dormir de lençol e sou alérgica a cobertor. Mas atualmente não levo nem toalhas nem lençóis. Já levei, mas ai você mesmo que tem que lavar. Eu levava por isso, preferia a minha toalha e roupa de cama limpinhas e cheirosas.

No dia em que você chega já vai ter na sua cabine, ou vão te entregar um jogo com lençol, toalha, fronha, travesseiro e cobertor. O detergente que eles usam pra lavar isso não tem cheiro, fica o cheiro da passadeira. E toda semana você tem que trocar os lençóis e toalha no dia e hora certo, leva o sujo e pega um novo limpinho. Eu digo TEM QUE TROCAR por que na Costa havia um controle de quem ia trocar ou não, e se você deixasse de trocar duas vezes tomava uma advertência. E ainda tem a inspeção semanal de cabine, que se encontra alguma coisa suja, todo mundo que mora na cabine toma advertência.

E outra vez, isso tudo acima para quem é crew, se você é officer ou staff tem quem arrume a sua cabine, e essa pessoa troca as toalhas todos os dias e os lençóis uma vez na semana, por isso parei de levar.😉 Só levo o edredon mesmo porque sou apegada. Rs.

Como lavar roupa a bordo?

outubro 15, 2015 às 3:27 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Pensando no básico do dia-a-dia, veio o questionamento? E como lavar a roupa suja. Bom, a roupa suja é dividida em duas: o seu uniforme e as suas roupas de uso pessoal. O seu uniforme é lavado e passado de graça. Se você é crew, tem dia e hora para levar e buscar. A escala fica na porta da lavanderia mesmo, que costuma ser nos decks inferiores, e é dividida por departamento. Normalmente fica pronto no mesmo dia a tarde, ou no dia seguinte. Como sempre há mais de um uniforme do mesmo tipo, por exemplo duas calças pretas, duas camisas tropicais, dá pra uma e colocar a outra pra lavar. Normalmente quem usa uniforme branco tem mais peças. Mas quem usa uniforme branco são os oficcers, e juntamente com eles os staff tem uma pessoa que limpa a cabine e leva o uniforme pra lavar e trás de volta. Um privilégio pago tanto por officers quanto por staff, mas é uma preocupação a menos.

A sua roupa pessoal pode ser lavada por você, nas máquinas de lavar e secar disponíveis. Mas atenção, eles não disponibilizam o sabão e o amaciante, isso é por sua conta. Pra quem nunca lavou roupa, titia ensina que se deve separar brancas das coloridas. Como a maioria das máquinas gringas usam água quente, cuidado com cashmere, lã e moletom que podem encolher muito. A máquina também detona as roupas, então eu prefiro lavar lingerie na cabine mesmo, e colocar pra secar no banheiro. Há também a opção de mandar lavar, normalmente se paga por peça, mas há promoções por saco de roupa.

Quando sair de casa, leve na mala um pouco de sabão em pó ou líquido, para as primeiras semanas. Mas não muito para não pesar muito a mala, e até porque nas primeiras semanas você vai usar basicamente uniforme mesmo. Eu levo sempre um saquinho para lavar roupas pequenas, pois as meias tendem a desaparecer na lavadora ou secadora, e também um pequeno varal de calcinhas para pendurar na cabine.

O medo do desconhecido

outubro 10, 2015 às 12:42 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Muito tem se falado nesse últimos dias sobre a Pullmantur vendendo parte de sua frota. Os boatos começaram no meio do ano quando a cia anunciou mais uma vez que o novo navio, programado para se juntar a empresa em 2016, não viria mais. O pânico e a insegurança anda tomando conta, principalmente agora com muitos embarques cancelados para esse mês. A boa notícia é que não foram todos os embarques, o meu por exemplo vai ser daqui a 10 dias, e conheço algumas pessoas que embarcam semana que vem. Mas tudo indica mesmo que os planos da Royal Caribbean é acabar com a Pullmantur, assim como a Costa fez com a Ibero recentemente.

O que pode ser uma boa coisa, uma vez que podemos ser remanejados para outras cias que pertencem a Royal, como a Azamara e a própria Royal, que tem dois dos seus maiores navios chegando ao mesmo tempo no ano que vem, o que significa a necessidade de pessoal. Bom para uns, mas não para todos, uma vez que, na minha opinião, se muita gente que trabalha embarcada e ainda tem o inglês meia boca, não vai ter vez nessa nova fase.

Como eu disse antes, tudo passa de suposições e boatos. Por hora ainda não sabemos como será o futuro da cia ou a próxima temporada brasileira, que deve começar com o Empress chegando a Salvador em menos de um mês. Aguardemos notícias mais concretas e muitas cartas de embarque para quem ainda está em casa.

Welcome Onboard

setembro 29, 2015 às 11:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Como eu também já contei aqui existe todo um processo no primeiro dia a bordo. Não importa se é sua primeira ou décima quinta vez, se você é garçon ou da ponte de comando, todos passam pelo mesmo processo. Primeiro é feita a verificação dos seus documentos, ainda fora do navio, para saber se tudo está válido e correto. Depois disso, você autorizado a entrar no navio, e se dirige ao crew office, onde vão te dar um monte de papel pra assinar, mas um monte pra você ler e guardar, a chave da sua cabine e seu name tag. E então começam as familiarizações. A primeira e mais importante é de segurança, onde você vai aprender um pouco sobre o navio em si, os procedimentos em caso de emergência, telefones úteis, como agir em caso de emergência, onde fica seu ponto de reunião e outras coisas. Ainda no quesito segurança, você também vai ter uma familiarização com o chefe da segurança, que vai te dizer o que é permitido ou não trazer e fazer a bordo, sobre procedimentos de entrada e saída do navio.

Além da familiarização dentro do seu próprio departamento, onde você vai conhecer seus supervisores e área de trabalho você ainda tem uma com o Recursos Humanos. Essa última é relativamente nova e vem com a atualização e crescimento das cias de cruzeiro. Essa parece a mais simples das conversas que você vai ouvir, mas acredite é importante. É ali que você vai entrar em contato com todo o procedimento a bordo. Algumas informações são novas, outra nem tanto. Pelo menos para mim não é novidade que eu tenho que tomar um banho por dia COM SABONETE, trocar as meias e roupas intimas todos os dias, mas conheci quem não o fazia. Mas não sabia que não posso usar o cabelo solto no rosto nem pintar as unhas com cores fortes.

No geral, são muitas informações para um primeiro dia, especialmente se é a sua primeira vez, mas não se preocupe, o Recursos Humanos principalmente está sempre com as portas de seu escritório abertas para aqueles que tem o real interesse pela vida a bordo. Perguntar não ofende, e eles ficam mais que felizes de te ajudar. Mas faça a sua parte, leia todo o material que receber no primeiro dia. Descrição da sua rotina de trabalho, manual de segurança e normas. Muitos dos tripulantes novos acabam recebendo advertências por falta de conhecimento ou distração nos primeiros dias. Melhor não arriscar.

Do you speak english?

setembro 27, 2015 às 2:30 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Eu já toquei sobre esse assunto aqui, mas sempre vale a pena ressaltar. Inglês é sim necessário! Você não precisa ser o fodão, formado em Letras ou morado no exterior. Você precisa compreender e falar o básico, ou seja, se comunicar. O porque disso é muito simples, não importa se você lida com passageiros ou não, no caso de uma emergência, todos os procedimentos são indicados no sistema de auto falante em inglês. E por experiência própria de quem já passou por algumas emergências, uma dele muito séria, se você já não fala inglês e ainda está nervoso por não saber o que está acontecendo nem o que fazer, a coisa pode ficar feia.

Em cias como a Pullmantur, onde os passageiros em sua maioria são espanhóis, tem muito crew e staff que não fala nem entende nada. E toda vez que tem um anúncio, ou até mesmo um treinamento, fica te perguntando o que está acontecendo. Essa tolerância com a falta do inglês está diminuindo dia após dia. Já vi algumas pessoas serem demitidas por não entenderem ordens de supervisores e até mesmo por não entenderem o que está sendo explicado nos treinamentos de segurança a bordo. Depois do acidento com o Concórdia, segurança é um tema que vem sido tratado muito mais a serio. Eu que comecei antes do acidente, vi essa transição bem clara.

Se o seu inglês é ruim, hoje em dia existem apps para todos os tipos de smartphones, sites e livros em bancas de jornal que podem te ajudar. Procure literatura diretamente conectada ao seu posto de trabalho para facilitar a conversa com o passageiro ou até mesmo com seu supervisor. As livrarias e a internet estão cheias de conteúdo para quem trabalha com hotelaria. O interessado é você, e como eu disse no post anterior, muitas vezes somos tratados como um número, se você não dá o seu melhor, pode ser que eles encontrem alguém que dê mais o que eles querem. Se é o que você quer e gosta, como eu, corre atrás que você será recompensado.

Dica da Marina: arrume um boyfriend que não fale português e o inglês vem facinho!😉

O desastre do STCW (ou CBSN)

setembro 26, 2015 às 2:22 am | Publicado em Uncategorized | 2 Comentários

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Para quem chegou agora e não sabe o que é STCW, agora no Brasil mais conhecido como CBSN, nada mais é do que o certificado reconhecido internacionalmente e exigido para que nós, tripulantes não-aquaviários, possamos prestar serviços em embarcações. Para o meu desespero, essa coisa vence com cinco anos, o que para mim seria muito justo se você ficasse um tempo sem embarcar, e para relembrar fizesse o curso outra vez. Para mim que passei os último cinco anos embarcada foi uma perda de tempo, dinheiro e paciência.

Logo que desembarquei, em agosto, sabia que teria apenas 2 meses de férias, e que o certificado normalmente leva 30 dias para sair. Como também tinha que renovar o passaporte, corri para resolver essas coisas na minha primeira semana de férias. Passaporte agendado e curso em andamento, fiquei mais tranquila. O passaporte saiu muito antes do previsto, o que foi uma benção, mas eu não contava com a demora no certificado do CBSN.

Com apenas 2 semanas depois do término curso, que são apenas cinco dias de aulas práticas e teóricas de salvatagem, combate a incêndio e primeiros socorros, começaram a pipocar na internet pessoas reclamando da demora da expedição do certificado. Detalhe: SOMENTE NO RIO DE JANEIRO.  Muita conversa, muito grito, muita bateria de celular depois, descobrimos que o atraso está na Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, que está com mais de quatro meses de certificados de todos os tipos, navios e plataformas, empilhados e acumulando poeira. O porque, ninguém sabe.

Eu estou comendo as unhas e os dedos de nervosismo, pois a minha data de embarque se aproxima e nenhuma boa notícia chega. Então ontem tomei a decisão de contratar um advogado para evitar o atraso no meu embarque. Como eu já contei aqui, fui promovida uma outra vez, e agora ocupo uma posição que tem apenas uma por barco. A pessoa que eu vou substituir está contando que vai sair de férias no dia em que eu chegar. Se eu não puder ir, vão mandar outra pessoa e eu ficarei em casa chupando o dedo e vendo o dólar alcançar os céus, esperando uma recolocação em outro barco.

Tá pensando que é mole? Como somos prestadores de serviço, temos que contar com a gente e nada mais. Infelizmente somos apenas um número para as cias, e se você não está disponível na data que eles desejam, eles procuram alguém que esteja, e você vai para o fim da fila. Então melhor correr atrás agora do que esperar pra ver o que acontece. Espero sinceramente que meu advogado, a Shelter (empresa que me deu o curso) e a Capitania entrem em um acordo e eu possa ter em mão meu certificado para poder embarcar na data prevista.

A lição coleguinhas é não deixa correr frouxo, que no fim quem se fode é você.

Como se comunicar

agosto 29, 2015 às 1:22 am | Publicado em Uncategorized | 1 Comentário

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Essa semana me perguntaram como eu faco pra comunicar com a família no Brasil quando estou embarcada, e resolvi que dava um ótimo post. Pra começar, no navio tem internet, Wi-fi e computadores com internet a sua disposição, mas essa internet é lenta, pois a conexão é via satélite e o preço não é dos mais convidativos. Mas serve em caso de emergência. Tipo quando é aniversário da sua mãe e é dia de navegação ou se você está de port manning. Ou naqueles primeiros dias de embarque, onde você quer dar notícias de que ainda está vivo para a família.

Se não é esse o caso, há alternativas. Na maioria dos terminais portuários hoje em dia tem wi-fi grátis com uma área disponível para a tripulação. E ainda há os maravilhosos cafés e restaurantes onde você pode combinas as duas coisas preferidas de qualquer crew: COMIDA BOA E WI-FI GRÁTIS. Rs

E dependendo da rota que o navio está fazendo, vale muito a pena você comprar um chip local. Último contrato o roteiro fazia Noruega pelo menos duas semanas no mês, comprei por 12 euros um chip com recarga somente para internet de 1 GB, e tinha sinal até mesmo dentro da cabine. Alguns chips também são ótimo para ligar, como a Lebara, que tem em vários países como Espanha, Noruega e Alemanha, e custa centavos cada chamada internacional.

Alguns navios também disponibilizam os chamados chip de navegação, que serve para chamadas e SMS, e você usa quando o navio está fora do porto. Além dos cartões telefônicos, onde você liga da sua cabine pra sua casa, o preço também não é dos melhores, nem a chamada que devido ao satélite acaba com um delay, mas quando a saudade aperta e tudo o que você precisa é ouvir a voz do outro lado, isso basta.

O que fazer com o seu salário

agosto 27, 2015 às 2:52 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

piggy bank on dollars

Felicidade de tripulante é ver o dólar bater mais de R$3,50. A gente rala muito durante seis meses ou mais e adora se sentir rica quando volta para o Brasil. Uma pergunta que me fazem muito é o que fazer com o salário a bordo. A resposta fácil: GASTAR! R. Brincadeiras a parte, a bordo existem duas opções: mandar seu dinheiro para uma conta (sua ou de outra pessoa) ou receber em espécie.

Se você opta por mandar para a conta, pense bem na porcentagem que vai enviar, para não ficar do outro lado do mundo sem nenhum tostão e doido de vontade de comprar aquele iPhone novo que acabou de ser lançado. Há companhias que permitem mandar de 50 a 100%, e ainda no meio do mês ter um pequeno adiantamento, já que você manda parte ou todo o seu dinheiro para casa. É uma boa opção se você tem contas a pagar todos os meses aqui no Brasil, especialmente se a conta for de uma pessoa do confiança. A desvantagem é que normalmente os bancos brasileiros cobram uma taxa nada generosa para que esse dinheiro venha do exterior, e você também acaba perdendo algum na hora do câmbio, que é feito no dia que o dinheiro entra na sua conta, o que nem sempre acaba sendo um bom negócio.

Se você opta por receber a bordo, a chance de você gastar é maior, já que a grana tá ali a sua disposição. Mas em compensação, você pode barganhar uma taxa de câmbio melhor com a moeda estrangeira em espécie e quantidade. A desvantagem aqui é a insegurança de ter certa quantidade de dinheiro guardada na sua cabine. Meu conselho é: esconda bem, de preferência em algum lugar que possa ser trancado com um cadeado. Na sua mala, em uma gaveta, no armário. Alguns navios contam com cofres a disposição da tripulação, informe-se assim que receber seu primeiro salário quais sao as suas opções.

Caso você receba a bordo e precisa mandar dinheiro para o Brasil, existem empresas especializadas como a Money Gram e Wertern Union, que tem em todo canto. Mas eu recomendo que procure a Ria, onde você pode mandar diretamente para uma conta bancária, sua ou de terceiros, com uma taxa muito inferior a qualquer outra opção do envio do dinheiro.

Mudando de posição – Parte II

julho 7, 2015 às 8:56 am | Publicado em Uncategorized | 1 Comentário

  
Em janeiro próximi completo 5 anos trabalhando embarcadada, foram ao todo 6 contratos, em sua maioria longos, com poucas férias, e sem nenhum arrependimento. O começo foi duro, trabalhei muito, mas as recompensas vieram. Foram duas companhias distintas, e agora o quarto cargo distinto. Eu já tinha dito aqui no blog antes que eu comecei no restaurante, fui snack steward e depois ass. waiter. Um pouco depois assumi um cargo no cassino, onde passei dois anos de muito trabalho e aprendizado, mas era hora de seguir em frente. A oportunidade não caiu no meu colo, eu tive que correr atrás do que eu queria e a recompensa veio. Pensando no futuro, eu queria trabalhar na área administrativa, e é onde eu estou agora. O processo foi longo, mas agora finalmente cheguei onde queria. Sou Ass. Hotel Controller com muito orgulho. Depois com o tempo vou postando mais detalhes da posição e das vantagens de ser oficial.

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